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História

Em 1987, liderados pelo investigador Miguel, os investigadores decidiram se organizar e criar a AMAEMPC – Associação dos Agentes, Escrivães e Motoristas da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso. Tudo caminhava para que a ideia original fosse efetivada, mas algum tempo depois das primeiras reuniões o policial civil Miguel foi assassinado.
Com a morte do agente policial (denominação da categoria usada na época) Miguel, os agentes, escrivães e motoristas elegeram, por aclamação, o agente policial Julgilas Albernaz Garcia, mais conhecido como Flexa, presidente da Associação dos Agentes, Escrivães e Motoristas da Policia Civil do Estado de Mato Grosso, que exerceu o mandato até dezembro de 1990.
Em 1991 assumiu a associação o agente policial Getúlio Muniz Porto, transformando a entidade em sindicato no ano seguinte – 1992. Foi ele quem adquiriu a área onde o Siagespoc está situado hoje, e construiu uma casa no local que foi útil à classe até o segundo mandato do agente policial Antonio Severino.
Em 1994 assumiu a presidência do Siagespoc o agente policial Carlos Eduardo de Oliveira Vicente, que permaneceu no cargo até dezembro de 1996. Foi ele quem deu início à construção do salão de festas e do prédio onde funciona hoje a presidência e a cozinha do Siagespoc.
Em 1997 assumiu a presidência o agente policial Antonio Severino da Silva. A partir daí iniciou-se um novo momento na carreira e na vida social dos policiais. Severino fez muito pela classe. Quando assumiu, o Siagespoc tinha apenas 217 filiados e uma arrecadação pífia. Foi na gestão dele que a denominação do cargo de agente policial foi alterada para investigador de polícia.
Durante os dois mandatos que cumpriu, período este que terminou em 2002, muitas obras foram feitas e vários encaminhamentos realizados para que a categoria conseguisse um salário digno. Severino lançou a idéia de sub-sedes e criou as primeiras regionais de Rondonópolis e de Barra do Garças.
Em 2003 assumiu a presidência do Siagespoc Cledison Gonçalves. Após ter sido tesoureiro e secretário nas duas gestões de Severino, Cledison já detinha uma boa experiência sindical, pois conhecia bem o sistema de trabalho do seu antecessor e as necessidades da classe.
Cledison Gonçalves ganhou as três eleições que concorreu à presidência, ficando nove anos como Presidente do Siagespoc, período este em que lutou pelo reconhecimento e valorização da classe; não aceitou as regras que o governo quis ditar; e liderou vários movimentos grevistas em defesa dos interesses da categoria dos investigadores.
Ele esforçou-se para que os investigadores da capital pudessem contar com uma sede confortável, mas nunca esqueceu-se do pessoal do interior. Liderou um movimento pelo fortalecimento das sub-sedes, por entender que a classe, para manter-se unida, deve, acima de tudo, estar organizada.